B.eat – uma marca de espírito jovem que produz alimentos funcionais e saudáveis


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Por Letícia Fernandes

 

Foi em uma viagem em busca do auto conhecimento que o fundador, José Kappaz, encontrou a inspiração para criar a b.eat. Em 2014, enquanto viajava pela Turquia e após romper relações com namorada, antigo emprego e projetos fracassados, o publicitário decidiu que se reconectaria com o setor de alimentos.

Suas economias pessoais e os investimentos de dois sócios, seu irmão e um amigo advogado, garantiram um aporte inicial de 950 mil reais. Com experiência no setor de alimentos por conta da criação da rede de restaurantes Espaço Árabe, José já tinha uma noção de como lidar com food service, investimentos, ações, gestões… e atritos.

O intuito da criação da b.eat (que brinca com os termos “be” e “eat”, do inglês, ser e comer) sempre foi oferecer produtos saudáveis, de alto valor nutricional e naturalmente cheios de sabor. E, se as pessoas “são o que comem”, nada mais justo que os alimentos oferecidos sejam da melhor qualidade. Além disso, a b.eat é voltada para quem quer se alimentar corretamente mesmo na correria do dia a dia.

Uma das primeiras apostas da empresa foi uma raiz de origem africana conhecida como Chufa (ou, em inglês, Tigernuts), que foi descoberta por ele através de uma simples pesquisa na internet. Ao constatar as propriedades do tubérculo, que vão desde ser livre de glúten e sódio à sua rica composição de vitaminas e minerais, a escolha da chufa como carro-chefe da b.eat foi instantânea.

Considerada um superalimento, a chufa está na dieta dos espanhóis há mais de 4 mil anos – principalmente nas regiões da Catalunha e Valencia. Existe uma bebida muito famosa na Espanha que utiliza a chufa como seu principal ingrediente: a horchata de chufa.

E por falar em Valência, foi lá que José encontrou um produtor de chufa e deu início aos trâmites de importação, branding, desenvolvimento de marca, embalagem e licenças. Por ser um alimento funcional, o empresário encontrou mais complicações que o normal. “Se eu quiser dizer que ele tem uma fibra probiótica na embalagem, por exemplo, eu teria que entrar com um pedido especial na Anvisa, e demoraria dois anos para desenvolver a pesquisa e conseguir a liberação. Então, trouxe ao Brasil como se fosse um produto novo”, ele conta ao site Projeto Draft.

Hoje, você pode encontrar a chufa sendo vendida pela b.eat em embalagens de 200g, por aproximadamente 28 reais, como um lanche para o período da tarde e também como farinha, para outras aplicações, e pode substituir o trigo em preparos sem glúten. O produto chegou a 16 estados, por meio de 246 pontos de venda e três lojas online.

Mas além da chufa, no site da b.eat você também encontra produtos à base de polvilho, quinolla (uma granola salgada e doce mais saudável, sem flocos de arroz ou aveia), café gelado (cold brew) e um docinho de banana super saudável com certificado vegan.

 

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