Consumo de bebidas ‘diet’ sustenta uso de adoçantes artificiais no Brasil


Extra Information

Por Letícia Fernandes

 

O mercado dos adoçantes artificiais na América Latina continua crescente e a culpa, acredite ou não, é dos alimentos de baixa caloria. As variedade de refrigerantes dietéticos e os substitutos de açúcar são as chaves fundamentais deste crescimento. 

Problemas com obesidade, diabetes e sobrepeso estão entre os fatores que atraem o consumidor a procurar alternativas de baixa caloria, tanto em alimentos como bebidas.  No Brasil, o setor de bebidas vem impulsionando fortemente o mercado de adoçantes artificiais.

Informações do Fact.MR mostram que o pioneiro nas vendas de produtos com adoçantes artificiais foi o aspartame, com uma oportunidade de investimento de 616 milhões de dólares até o fim de 2018.

Outro fator por trás da popularidade do aspartame é seu preço se comparado ao do açúcar, sendo relativamente mais barato. Além disso, seu sabor tem longa duração, possui zero carboidratos e não causa impacto nos níveis de glicose.

No entanto, não esqueçamos que a América Latina é a produtora mais notável de stevia, adoçante natural do qual já falamos aqui no site. A stevia é a principal “ameaça” para o crescimento do mercado de adoçantes artificiais, ainda que o baixo custo destes adoçantes vêm se alinhando mais com o desejo do consumidor por produtos mais saudáveis e baratos.

 

Veja mais no site Food Navigator LATAM.

 

 

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