Bem vindo à Amazônia com Manioca

Açaí, Tucupi, Cupuaçu, Jambu, Taperebá... o que esses alimentos têm em comum? Vêm diretamente do norte do país, mais especificadamente da região da Amazônia e Pará, e são ingredientes essenciais na cozinha da Manioca.

A Manioca nasceu em 2014 com a intenção de levar os sabores da Amazônia para o mundo. Utilizando criatividade, tradição e inovação para valorizar os sabores autênticos da maior biodiversidade do Planeta de forma 100% natural.

A empresa também acredita em uma cadeia produtiva pautada pela sustentabilidade e valorização dos pequenos produtores que atuam e vivem dentro da Floresta Amazônica, pois estes são os grandes protagonistas e principais responsáveis por sua preservação.

Além de levar o nome dos ingredientes amazônicas para o restante do Brasil e o mundo, a Manioca também quer desmitificar o uso desses ingredientes no dia a dia. Produtos tradicionais, como o Tucupi, se tornam mais acessíveis e fáceis de usar para o grande público.

Usos tradicionais


Tucupi é o sumo amarelo extraído da raiz da mandioca brava quando descascada, ralada e espremida (tradicionalmente usando-se um tipiti). Depois de extraído, o caldo "descansa" para que o amido (goma) se separe do líquido (tucupi). Inicialmente venenoso devido à presença do ácido cianídrico, o líquido é cozido (processo que elimina o veneno) e fermentado de 3 a 5 dias para, então, ser usado como molho na culinária.

O amido, também chamado polvilho é separado do líquido e lavado e decantado em diversas águas. Após ser seco, é esquentado no forno, formando grânulos, a chamada tapioca.

Muito presente na mesa dos brasileiros da região Norte, o pato no tucupi é previamente assado e após destrinchado, é levado a uma fervura leve num molho de tucupi, pimenta de cheiro, cheiro verde, alfavaca e jambu.

Tacacá é outra especialidade da culinária amazônica, principalmente "cultuado" pelos acreanos, paraenses, amazonenses, amapaenses e rondonienses. Servido numa cuia natural, o tucupi fervente é derramado sobre uma goma feita a partir do amido da mandioca. Acrescenta-se uma porção generosa das folhas de jambu e camarão rosa para completar o prato.


A lenda da "mani oca" e a origem do nome da empresa


Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se: "Como é branquinha esta criança!"

E era mesmo. Perto dos outros curumins da taba, parecia um raiozinho de lua. Chamaram-na Mani. Mani era linda, silenciosa e quieta. Comia pouco e pouco bebia. Os pais preocupavam-se.

- Vá brincar, Mani, dizia o pai.

- Coma um pouco mais, dizia a mãe.

Veja o restante da lenda sobre o surgimento da mandioca.



Saiba o que mais a Food Ventures já falou sobre a região amazônica aqui no site:

- Amazonas e GFI se juntam para atrair investimento no setor de proteínas alternativas.

- JÓS apresenta sua cachaça de jambu na Anufood Brazil.



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