Estaria o consumo de animais relacionado às super bactérias e vírus?

Em janeiro deste ano, a OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou que a queda de investimentos privados e a falta de inovação na produção influenciaram na ausência de novos antibióticos que travem bactérias resistentes.

Foram publicados dois novos relatórios que destacam a situação grave, com perigo de óbito, em que várias pessoas vivem e como a falta de antibióticos eficazes para combater as super bactérias está piorando esse problema.

Para Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, soluções urgentes são necessárias – os países e a indústria farmacêutica devem contribuir com o financiamento sustentável e novos medicamentos inovadores.

Em 2018, outro relatório da OMS evidenciou uso excessivo de antibióticos no Brasil, que demonstrou média superior aos países da Europa, ocupando a liderança do continente Americano. Ainda segundo o estudo, a discrepância nos números aponta uso excessivo de alguns países, enquanto outros não têm acesso suficiente a esses medicamentos.

A discussão sobre antibióticos e super bactérias voltou com a recente crise do COVID-19 (coronavírus)- ainda que seja um vírus e não bactéria- e as colocações de muitos grupos veganos sobre o assunto.

Acredita-se que o coronavírus surgiu em um mercado de alimentos da cidade chinesa de Wuhan que estava vendendo animais silvestres ilegalmente. Especialistas de saúde acham que ele pode ter se originado em morcegos e depois transmitido a humanos, possivelmente através de outra espécie, como o pangolim.

Sopa de morcego na Indonésia, espetinho de aranha e escorpião na China, carne de cachorro… A culinária asiática sempre levantou suspeita e curiosidade entre os ocidentais. O pangolim, uma mistura de tatu com tamanduá, por exemplo, é um dos mamíferos mais traficados no mundo. Os produtos feitos a partir de suas escamas, ou mesmo sua carne, são vendidos por preços exorbitantes no Vietnã.

Ainda que seja confirmado que o consumo de animais selvagens não foi a causa principal para tantos surtos de vírus e bactérias resistentes no mundo, devemos, mesmo assim, refletir sobre nossos hábitos alimentares e no ecossistema como um todo.

Peter Daszak, presidente da EcoHealth Alliance, organização que estuda zoonoses (doenças transmitidas de animais para humanos) na China há mais de dez anos, considera que medidas mais importantes devem ser tomadas para evitar tais situações, como a proibição do comércio de animais selvagens. Após o surto do coronavírus a China tomou essa medida – ainda que temporariamente.

Você concorda?

Confira nossas fontes e saiba de onde tiramos as informações citadas:

  1. G1 – Globo

  2. BBC

  3. Setor Saúde

  4. UOL Viva Bem

  5. FAO

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