FoodVentures em 2020


Queridos e queridas - amigxs, clientes e leitores. Que ano!


Esse momento de final de ano nos faz refletir para recuperar as energias necessárias para trilharmos o próximo ano.


2020 nos fez conviver e enfrentar os nossos medos: medo da doença , medo da morte, medo da perda de pessoas queridas , medo de perdas materiais, medo da solidão...


Aproveitar os momentos de dificuldades e desafios para o crescimento interno pode ser uma forma de enfrentarmos os nossos medos.


Vou aproveitar esses últimos dias para refletir, como a eu, FoodVenturesHub me transformei esse ano e quem estava lá para ajudar a enfrentar meus medos.


Será uma #série, que começa hoje e termina com o final do ano de 2020.


Você pode seguir essa série aqui no meu #Linkedin ou no dos meus sócios Augusto Terra e Tim Cardoso. Depois poderá também ver tudo compilado na minha Newsletter ou no meu Blog!


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Essa é a minha série de final de ano, vou aproveitar esses últimos dias para refletir como me transformei esse ano e quem estava lá para nos ajudar



#Empresa: ITAL - Instituto de Tecnologia de Alimentos


#Medos: Como trazer mais conhecimento e tecnologia para o setor de produção de alimentos?


Trazer inovação é visto como um papel das startups jovens e ágeis. Eu ainda era uma empresa nova, nascida em 2017 com uma grande ambição. Mas o que aprendemos é que no setor de alimentos precisamos muito mais que juventude, precisamos de experiência


#Apoio: Aproximar-se de um instituto referência mundial no desenvolvimento tecnológico parecia uma solução difícil, de longo prazo, mas que traria bons frutos


Fomos surpreendidos. A Claire Sarantopoulos foi nossa ponte com o Instituto e mesmo que de forma digital tivemos uma interação muito boa. Com o pouco que ouvimos aprendemos muito, como por exemplo como um conversa rápida com toda a experiência deles pode ajudar a resolver problemas "insolucionáveis" das mais inovadoras e ágeis startups


#Aprendizados: para transformar a forma como alimentamos o mundo a colaboração de experiência e novos modelos de negócios é primordial. O Brasil é uma grande potencia no setor e todos estão aprendendo a colaborar para aumentar essa força.


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#Empresa: Nestlé com a Juliana Glezer.



#Medos: Como aproximar empresas de um #ecossistema aberto e colaborativo de transformação?


A cadeia de produção de #alimentos é um mercado de margens baixas e escalas mundiais. Produzir alimentos para todos é um desafio e algumas empresas representam boa parte dessa nutrição humana.


Durante os meus 2 primeiros anos de vida encontrei dificuldade de encontrar informações mais abertas sobre as #inovações do mercado de alimentos.


#Apoio: Aproximar-se de um gigante dá um pouco de medo. A Juliana foi a primeira a abrir as portas para nós.


Um gigante anda mais devagar mas cada passo pode mudar o curso de todo um mercado. A #Nestle já era reconhecida pela sua atuação com inovação aberta e nesse ano nos ajudaram a criar um novo ecossistema, buscamos apoio com quem conhecia.


#Aprendizados: Trazer um parceiro com conhecimento e experiência para uma iniciativa nova para o mercado é muito importante. Buscar conhecimento de quem já está mais tempo no mercado pode acelerar em muito o desenvolvimento de ecossistemas. Ninguém transforma o mundo sozinho.


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#Empresa: Cargill e o Joao Alexandre Lopes de Carvalho

#Medos: Qual o estágio de maturidade das #startups do setor de alimentos?


Nossa maior dificuldade era entender a densidade e qualidade das startups de #alimentos no Brasil.


#Apoio: O João foi um dos lideres mais abertos e diretos que já conversamos. Uma das minhas teses é que ele é mais #Tech que #Food, traz provocações pertinentes e deixa a gente mais rápido.


A Cargill já estava mais aberta no mercado e o João era o responsável por muitas aproximações da empresa com esse ecossistema - hackathons, palestras, programas de conexão, aceleração e investimentos.


#Aprendizados: O maior desafio de uma empresa é criar estratégias para trazer resultados para seus acionistas e também para os responsáveis internos pelas #estratégias.


Conexão com startups é uma estratégia, para ela gerar resultados precisa estar muito direcionada a uma dor atual - e grande - da empresa. Se isso não acontecer, essa estratégia demora para gerar resultados e isso prejudica a empresa e o responsável.


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#Empresa: Josapar e o Leonardo Mendonça Conceição



#Medos: Qual perfil de empresa pode ajudar na criação do nosso ecossistema de #inovação na cadeia de alimentos?


Somos novos nesse mundo, temos muito conhecimento, mas somos novos. E como toda empresa nova, procuramos inspiração no mercado. Que tipo de empresa poderia ser nossa parceira?


#Apoio: Conheci o Leonardo em um bate papo informal em 2019. Achei super legal quando ele me provocou para um café e estava curioso para saber de nós.


Responsável pelas grandes contas de uma empresa com quase 100 anos. Uau! Estava ai minha conexão com empresas que transformaram a cadeia de #alimentos muitas vezes.


#Aprendizados: Leonardo virou uma pessoa para conversar a qualquer hora. Super antenado com as inovações e pronto para difundir conhecimento. Falamos muito sobre a importância do #arroz na alimentação mundial e como um caso de um produto, o arroz vitaminado, era um excelente case de inovação nesse mercado.


Aprendemos muito que a inovação é algo que pode durar anos e acontecer em empresas centenárias...tínhamos mais um parceiro de peso!


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#Empresa: Synergy Flavors e o Raphael Ceroni Vieira e Paulo Reis



#Medos: Para ter um ecossistema de alimentos robusto, precisamos olha a cadeia de alimentos como um todo.


Desde que começamos, muitas vezes que falamos que focamos em inovação e startups do setor de alimentos #foodtech, ouvimos que era um mercado pequeno.


Pequeno?? A cadeia de produção de alimentos começa na fazenda e termina no consumidor...temos embalagens, transporte, p&d, ingrediente e sabores. E ai entra o Raphael e o Paulo.


#Apoio: Esses dois grandes lideres foram rápidos. A primeira conversa com o Raphael já demostrou que eles estavam animados a construir o ecossistema conosco. Depois entrou o Paulo e começamos a jornada.


Eles mergulharam de cabeça e participaram muito de tudo, foi ótimo.


#Aprendizados: Tivemos duas apresentações bem completas de toda o negócio da Synergy. Algumas dessas apresentações ajudaram a FoodVenturesHub a enxergar que apesar de muitas consultorias e relatórios de tendências ainda temos muito espaço para criar um inteligência de dados para o setor de alimentos.


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#Empresa: Avery Dennison e o time de #Rfid - Alexander Modro e Fabiana Wu



#Medos: Mesma dor do texto passado, para ter um ecossistema de #alimentos robusto, precisamos olha a cadeia de alimentos como um todo


A cadeia de produção de alimentos começa na fazenda e termina no consumidor... e nesse meio todo temos a #embalagem


#Apoio: Aproximar grandes empresas de embalagens e #rastreabilidade com soluções globais de startups. O super time da Avery entrou de cabeça para ajudar a criar e resolver esses desafios


Um dos maiores apoios foi no conteúdo. Apresentaram um rico material de como funciona a tecnologia de Rfid e como a empresa poderia apoiar e construir um ecossistema robusto para resolver grandes dores do setor de alimentos: incluindo #desperdício


#Aprendizados: A tecnologia é um meio e não a solução. A empresa trouxe para nós uma visão mais ampla de como a tecnologia pode ajudar a resolver grandes desafios da cadeia de suprimentos do setor de alimentos. Uma delas é o controle do que transportamos


A tecnologia apresentada para muitas startups era inacessível e agora está mais próximo


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#Empresa: Pif Paf Alimentos - com time do Gustavo Menengoti Ribeiro e a Raquel de Oliveira Silva.



#Medos: Como engajar o time interno para atuar de forma mais produtiva com startups?


No meio de um ano difícil, ter atenção do time interno é um grande desfio para qualquer estratégia. Como engajar as empresas para atuar de forma aberta e inovadora?


#Apoio: Com um time engajado a PifPaf entrou no programa muito interessada. Desde as primeiras reuniões o time participava com atenção, participação e interesse.


Era nosso primeiro programa de aceleração e o primeiro deles também, dessa forma, sem saber - eles contribuíram muito com as atividades e apresentando os erros da comunicação e algumas coisas que aconteciam.


#Aprendizados: No começo da pandemia, com o #TechStartFood pronto para sair do forno, existia uma incerteza sobre a produtividade do programa de forma online.


Seguindo os princípios, que passamos para as startups e empresas, de que devemos fazer e lançar sem buscar a perfeição. O programa chegou no final com um enorme sucesso e satisfação devido o engajamento de todos.


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#Empresa: Ingredion Incorporated e o time da Adriana Rached



#Medos: Como a indústria de #ingredientes pode interagir com startups?


Conhecemos o Idea Labs, centros de inovação da Ingredion no final de 2019. Saímos de lá maravilhados com a o potencial de #inovação e uma grande dúvida.


Como conectar todo aquele potencial com as startups, ainda pequenas para trabalhar com uma grande #corporação.


#Apoio: Nesse mesmo ano, a Ingredion lançou seu próprio programa de inovação aberta, o que mostrou que a empresa estava muito engajada para criar um ecossistema mais robusto.


Mesmo com o seu próprio programa a empresa participou conosco e trouxe muito conhecimento para as #startups e um potencial enorme de conexão com os outros parceiros.


Inclusive já seriam parceiros da Synergy nos EUA.


#Aprendizados: Um dos maiores aprendizados que levamos esse ano foi o de #organização e #comunicação.


Para trabalhar com diversas empresas, com perfil e estratégias distintas - o forte da FoodVenturesHub - precisamos organizar a comunicação entre os times e preparar antecipadamente as jogadas.


Learn & Adapt


#End 2020.


#CréditosFinais


#Escutar: Nascemos como um fundo de investimento, uma ideia ambiciosa de atuar em uma única vertical - a cadeia de produção de alimentos - e usar todo conhecimento e potencial do Brasil para transformar a forma como alimentamos o mundo.


Participamos e palestramos no maiores eventos do setor, sendo 2019 o ano em que fomos reconhecidos pela Singularity University como referencia no setor #foodtech.


#Aprender: Através de conteúdo criamos referência e participamos de grande parte da inovação do mercado de alimentos. Estamos em contato direto com universidades, empresas, startups e institutos de pesquisa.


Como muitas startups, erramos no momento. Não era a hora para um fundo de investimento, era a hora de analisar, criar e disseminar informação de forma inteligente.


#Adaptar: Terminamos 2019 determinados a construir uma plataforma de informação para aproveitar todo o potencial do Brasil.


Começamos 2020 com muitos planos e um programa de aceleração com o maior instituto de pesquisa latam, o ITAL.


Durante esse ano - um ano difícil para todos - conseguimos adaptar nossa estratégia e focar em um único objetivo.


Ser a maior plataforma de inteligência do setor de alimentos mundial. De um fundo, viramos uma startup.


Obrigado à todos por essa linda jornada.


Ela está só começando!


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