LivUp e o salto dos R$ 5 milhões para R$ 180 milhões

A Liv Up surgiu com o objetivo de estimular as pessoas a buscarem mais da vida através de uma alimentação melhor. Incentivando a cadeia de fornecedores a 'surfar nessa onda' e buscando os melhores ingredientes para oferecer a mais alta qualidade para seus consumidores.

Fundada em 2016 pelos amigos Henrique Castellani e Victor Santos, a empresa surgiu com a proposta de oferecer refeições prontas congeladas que fossem saborosas e tivessem um apelo saudável, com ingredientes orgânicos e funcionais. Já que a busca por opções de alimentação mais saudável é crescente no país, mas existem poucas empresas com essa proposta no ramo de congelados.

A empresa oferece, em seu site, um cardápio com mais de 100 opções de alimentos: o consumidor monta seu prato ou encomenda kits sugeridos pela companhia.


Sucesso


Começando a carreira com capital próprio, a LivUp vem recebendo aportes importantes desde então. Em 2016 recebeu aporte dos “investidores anjos” Patrick Sigrist, fundador do iFood, e Guilherme Bonifácio, CEO da Rapiddo. Em 2017 recebeu aporte de R$ 5 milhões do grupo Kaszek Ventures.

Agora, em 2021, ela acaba de levantar R$ 180 milhões para ajudar na ampliação de seu portfólio. A rodada foi liderada por Marcos Anino da Lofoten Capital, Rob Citrone da Discovery e Luiz Otávio Campos, ex-sócio da Onyx Equity Management.

A LivUp já tem mais de 150 mil clientes cadastrados na plataforma e faturou cerca de R$ 100 milhões em 2020. Durante a pandemia, inclusive, a startup food tech inaugurou um novo serviço: vender produtos de hortifruti, carnes e peixes para as pessoas cozinharem em casa. Até 2022 ela pretende habilitar esse novo serviço para todo o país.

Com a nova categoria, o CEO Victor Santos pretende fechar o ano com faturamento de pelo menos R$ 200 milhões.


Curiosidade


Lembram-se das dark kitchens? Pois a LivUp opera com 14 darkstores espalhadas pelo país, onde seus pratos congelados são preparados. Para lançar a nova operação de "Mercado", ela terá que substituir essas lojas por centros de distribuição maiores que comportem o estoque de produtos.


Fonte: Valor Econômico e Brazil Journal