Mintel analisa impacto do coronavírus nos consumidores chineses

Atualizado: Out 13

A especialista em pesquisa de mercado Mintel tem conduzido um monitoramento acerca dos consumidores chineses em época de Covid-19. A fim de registrar o impacto do vírus no mercado chinês, ela coletou dados desses cidadãos nos últimos meses.

Entre 28 de fevereiro e 6 de março, para sermos mais exatos, chineses que residem em áreas urbanas, com idades entre 18 e 59 anos, foram monitorados. Durante esse período, os consumidores estiveram em quarentena forçada por causa do vírus – lembrando que se acredita que tudo começou na China.

O que foi revelado à Mintel não surpreende tanto, no entanto. Metade dos consumidores afirmaram que suas finanças estão piores, principalmente entre os jovens (menos de 30 anos), trabalhadores do setor privado, autônomos e pessoas de baixa renda.

Para evitar o contato entre as pessoas e possíveis transmissões, assim como aqui no Brasil, a orientação foi para que ficássemos em casa. Nisso, setores como varejo offline, restaurantes e bares (foodservice), transporte e lazer foram prejudicados. Ainda que o governo chinês tenha tomado medidas, como isenção de impostos, a incerteza sobre a duração da pandemia e o medo das pessoas indica que alguns negócios demorarão um pouco para se recuperarem.

Algumas categorias essenciais ainda mostram resiliência no mercado, como alimentos, produtos de higiene pessoal e produtos de limpeza. As mudanças imediatas no consumo fizeram com que outros tipos de produtos fossem considerados supérfluos ou artigos de luxo.

Alimentos a serem preparados em casa e produtos para o cuidado do lar apresentaram um salto na lista de gastos dos chineses. Isso sugere oportunidades para novos produtos a serem lançados. Cozinhar em casa pode exigir, principalmente dos consumidores jovens e inexperientes, novos e modernos aparatos.

A pesquisa indica que produtos de alta qualidade têm mais chance de durarem por mais tempo. Por quê? Agora as pessoas podem encontrar prazer e orgulho em cozinhar sozinhos, acompanhando receitas e colhendo ou comprando produtos frescos para se alimentarem de forma saudável.

A matéria da Mintel indica ainda que os chineses não estão em “modo pânico” mais, portanto não estão gastando a mais com produtos farmacêuticos e de bem estar pessoal. Consideram ainda que, após a quarentena, muitas pessoas voltarão a frequentar bares e restaurantes, até mesmo para reativarem boas memórias e um senso de normalidade novamente.

Não há como negar os impactos negativos que a quarentena está causando no mercado financeiro mas, como temos visto na China, o período inicial de pânico irá eventualmente se mover para um período mais estável. As pessoas terão que se adaptar às mudanças em seus empregos e vida cotidiana, mas isso ajudará na recuperação geral.

Para mais análises e discussões envolvendo a pandemia do COVID-19, fique atento às matérias da Mintel e também às redes sociais e blog da Food Ventures!



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