Quatro maneiras de alcançarmos sistemas alimentares mais resilientes e sustentáveis

Estamos chegando ao fim de 2020! Com a pandemia pela COVID-19, o mundo inteiro precisou se reinventar. A fragilidade das cadeias de alimentos foi exposta, a maneira como consumimos e produzimos comida sofreu reviravoltas e o jeito que lidamos com nossa própria saúde também.

Apesar dos desafios, esse foi o momento perfeito para que as startups de food tech pudessem liderar o caminho. O novo senso de urgência trazido pela pandemia, assim como a prevenção de disrupções na cadeia produtiva, fizeram com que as comunidades aumentassem o interesse pelo locavorismo, hortas urbanas e agricultura familiar.

Os pequenos produtores estão inovando sua comunicação e iniciativas de marketing, os empreendedores estão identificando alimentos que seriam desperdiçados e direcionando para bancos de alimentos, ou seja, organizações sem fins lucrativos que angariam donativos.

Mas, como sabemos, governos e multinacionais geralmente são lentos para resolverem esses desafios, portanto, Thomas Falk (CEO da eValue e general partner da Revel Partners), acredita que esse é o momento perfeito para as startups de food tech ascenderem e mostrarem o caminho.

Para o site Food Navigator, ele enumerou os principais seguimentos #foodtech que têm chance de revolucionar os sistemas alimentares, que são: carne cultivada em laboratório, hortas verticais, agricultura circular e soluções conduzidas por inteligência artificial.

E você, caro leitor, concorda com a lista de Falk? Identificou os temas de insights que já postamos no site? Conte para nós!